Quem vai até quem mesmo? Durante muito tempo a resposta era essa: O Cliente vai até a empresa. Não sei o que você acha, mas isso não é mais verdade. E não estou falando só por causa da crise. Vivemos novos tempos onde marcas não podem mais ficar esperando o Cliente vir até elas. É necessário encontrar outras formas de se aproximar dos Clientes.

A resposta agora é: As marcas também precisam ir até os Clientes.

Olha esse exemplo mais do que bacana que encontrei em Natal. O @sabormagazzino aproveitou o período junino e desenvolveu um cardápio de pratos da época. Eles poderiam esperar o Cliente entrar e a partir daí divulgar as novidades. Mas, não foi isso o que fizeram, ele criaram um novo “ponto de experiência” com a marca deles, em frente a sua loja.

Isso mesmo, montaram um carrinho, levaram seus produtos para a calçada, chamando atenção tanto de quem caminha por ali, como também de quem passa de carro. Resultado? O que colocavam para vender, vendia tudo e além disso, muitas pessoas que nunca tinham entrado na loja, depois de comprar os produtos ali na calçada, entraram para conhecer a loja, o que gerou ainda mais vendas.

Além das vendas, esse movimento do Magazzino gerou mais conhecimento de sua marca, seus produtos e da sua loja, melhorando ainda mais a reputação do negócio e aumentando as chances de mais e melhores resultados no futuro. Além disso, eles também usaram o instagram para divulgar o cardápio especial de período junino. E aí, o que você tem feito para melhorar seus resultados. O que o Magazzino fez fortalece uma crença que tenho: Movimento Gera Movimento.

Há várias formas de se movimentar. O que você tem feito? O que precisa fazer? Encontre os melhores movimentos para chegar até seu Cliente de uma maneira bacana, sem ser invasivo, sem SPAM! Você vai errar e também vai acertar, só não vale ficar parado, concorda? #fredviuporaqui