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Pare de Enxugar Gelo

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Durante os meus 15 anos como consultor financeiro, tenho percebido muitos empresários gastarem a maior parte do seu tempo e energia na criação das estratégias de vendas.

Parabéns pela dedicação!  Afinal, a empresa precisa aumentar sua carteira de clientes e receitas. 

Mas, por que mesmo vendendo bem, alguns empresários não conseguem ver a cor do dinheiro?

Mais grave ainda, por que alguns empresários não conseguem pagar suas obrigações no curto prazo, e como consequência, realizam empréstimos bancários, para pagar as suas despesas, passando a contar com as próximas vendas para pagar seus empréstimos, mas ao pagar seus empréstimos, falta capital de giro para comprar produtos para revenda ou materias-primas e insumos para fabricação de novos produtos e/ou para prestação de serviços, o que acaba fazendo com que eles peguem mais dinheiro emprestado, para pagar seus fornecedores, e consequentemente pegando mais dinheiro para pagar outros emprestimos e entrando em um ciclo vicioso que dificilmente conseguem parar. Infelizmente, empresas ficam endividadas e em muitos casos estas dívidas viram uma bola de neve.

A sensação que alguns empresários passam a ter é de que: estão enxugando gelo! Alguns começam a se questionar se todo esse esforço vale apena. 

Mas, para onde está indo o dinheiro destas empresas?

Em boa parte das empresas o problema é simples de identificar: “é a falta de controles financeiros internos”.

Sem controle financeiro fica muito dificil acompanhar a movimentação de entrada e saída do dinheiro. Por exemplo, será que o dinheiro está sendo gasto de forma desordenada nos investimentos, na compra de produto para revenda ou materiais para a produção, onde em muitos casos o mal planejamento da compra faz com que fiquem parados no estoque? Será que está sendo gasto em despesas com valores altos, por causa dos desperdícios e/ou perdas? Será que na pressão de atingir as metas de vendas no curto prazo, altas taxas de descontos são concedidas, diminuindo significativamente as margens de contribuição? Ou  para atrair clientes, aumentos na quantidade de parcelas para recebimentos são concedidas, pulverizando o recebimento do dinheiro? Estas situações ocorrem, porque alguns empresários negligenciam os controles financeiros básicos, prejudicando a saúde financeira da sua empresa, como consequência, comprometem a construção de um bom alicerce para o seu crescimento.

Em alguns casos, este é o motivo, dos empresários estarem a maior parte do tempo apagando incêndido, ao invés de estarem dedicando o seu tempo e energia na criação das estratégias de crescimento/inovação da sua empresa. 

Afinal: “Quem não mede, não gerencia”.

Marcelo Bavelloni é consultor estratégico financeiro, administrador de empresa pela PUC/SP, pós-graduado em MBA em Gestão Empresarial/FGV, MBA em Marketing/FGV com extensão na UCI/EUA e MBA Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV, prestou serviços para empresas como: a Pepsico Internacional, BJ Services, Telemar/Oi, Grupo Capuche, Hotel Barreira Roxa, Hotel SEHRS, UnP/Laureate, Vale do Para, Art&C, Grupo Vila, CVC, entre outros. Suas principais habilidades são: Análise de Sistemas e Consultoria nas seguintes áreas: Estratégica, Financeira, Marketing e Tecnologia da Informação. Atualmente é sócio-diretor da M Bavelloni Consultoria Empresarial e Consultor/Palestrante da Uaugomais, SEBRAE Nacional, SEBRAE/RN e professor convidado de algumas universidades.

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